Uma história que amplia a ideia
Muito antes dos teclados, máquinas recebiam dados por cartões perfurados. No início do século XIX, o tear de Joseph-Marie Jacquard usava cartões com furos para selecionar quais fios seriam levantados e, assim, produzir desenhos. A posição de cada furo funcionava como uma instrução física que a máquina conseguia reconhecer.
No fim do mesmo século, Herman Hollerith criou máquinas que liam cartões para acelerar a contagem do censo dos Estados Unidos de 1890. Depois, cartões semelhantes foram usados por décadas em empresas e computadores. Um cartão fora de ordem ou mal perfurado podia alterar a saída, lembrando que a qualidade do resultado depende da entrada, das regras e do modo como os dados são representados.